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sábado, 15 de janeiro de 2011
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Pesquisa mostra que mulheres começam a fumar antes que homens
Elas param de fumar em proporção maior, diz Instituto Nacional do Câncer. Casal de fumantes no Sudeste gasta R$ 1,5 mil por ano em cigarros.
Em pesquisa feita para marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou nesta segunda-feira (30) que no Brasil, entre os cerca de 25 milhões de fumantes, as mulheres começam a fumar mais cedo do que homens. No entanto, de acordo com o Inca, elas param de fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens.
Segundo dados da Pesquisa Especial de Tabagismo, entre os jovens, os homens fumam 2,5 mais do que as mulheres. E entre as outras faixas etárias da população essa proporção é menor. De acordo com a pesquisa, há no Brasil cerca de 25 milhões de fumantes com idade igual ou superior a 15 anos de idade. No entanto, de acordo com o Inca, houve queda no consumo de tabaco nas últimas décadas. De acordo com a pesquisa, 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos últimos 12 meses, o que correspondeu a cerca de 12 milhões de pessoas. De acordo com o Inca, o estudo tem como objetivo fornecer informações para subsidiar a política nacional de controle do tabaco.
Cigarro na economia
A pesquisa revela que o cigarro, um dos principais fatores de risco para o câncer, também causa forte impacto no orçamento doméstico. De acordo com o estudo do Inca, uma família composta por um casal de fumantes, entre 45 e 64 anos, residente em uma cidade do Sudeste do país gasta, por mês, somente com a compra de cigarros, R$ 128,60. Por ano, a despesa chega a R$ 1.543,20. De acordo com o Inca, o estudo foi realizado como parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD 2008), do IBGE.
Segundo a pesquisa, o gasto com cigarro para um casal de fumantes de qualquer região do país chega a R$ 1.495,20 por ano. O Inca comparou o valor gasto em cigarros com o que seria gasto para comprar uma TV de LCD de 32 polegadas, um computador, ou uma geladeira duplex. Todos os valores foram calculados com base em 2008. Naquele ano o valor do salário mínimo era R$ 415, o que levaria esse gasto com cigarro a quase quatro salários mínimos por ano.
De acordo com o Inca, segundo o Banco Mundial e o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, tabaco e pobreza formam um ciclo vicioso, que atrasa o desenvolvimento dos países. Os maiores percentuais de fumantes no Brasil, entre ambos os sexos, foram encontrados entre a população sem instrução (25,7%) e entre as pessoas de menor renda (21,3%), o que correspondia à população que ganhava menos de meio salário mínimo por mês.
Jovens não procuram ajuda para deixar de fumar
A pesquisa fala que a geração de brasileiros nascida a partir da década de 80 começa a fumar, em média, aos 17 anos. No Nordeste e no Centro-Oeste, começa-se ainda mais cedo: antes dos 15 anos de idade. O estudo revela ainda que a proporção de jovens do sexo feminino que começa a fumar antes dos 15 anos de idade é 22% maior do que a dos homens, em todas as regiões do país.
A pesquisa revela ainda que os jovens são a parcela da população que menos procurou ajuda para deixar de fumar, apesar de 48% das pessoas dessa faixa etária terem relatado sucessivas tentativas de parar de fumar nos últimos 12 meses.
A pesquisa foi feita em pouco mais de 51 mil domicílios, entrevistando fumantes, não fumantes e ex-fumantes. O trabalho, que, de acordo com o instituto, é a mais completa pesquisa feita sobre tabagismo no Brasil, foi realizado em outros 13 países. Internacionalmente, a pesquisa é conhecida como Global Adult Tobacco Survey (Pesquisa Global de Tabagismo).
Jovens e o tabaco
O Inca destacou como uma das informações mais relevantes da pesquisa em relação à juventude a constatação de que os jovens são mais sensíveis à propaganda pró-tabaco do que os adultos: 48,6% dos jovens relataram ter percebido propaganda pró-tabaco ante 38,7% dos adultos. Para o instituto, esse resultado pode indicar que existe um esforço da indústria para atingir os indivíduos com 24 anos de idade ou menos nas ações de promoção e propaganda de produtos do tabaco. E fortalece a necessidade de criar estratégias de informação sobre controle do tabaco junto aos jovens por meio de formatos e conteúdos diversificados.
Os jovens relataram na pesquisa um nível de dependência à nicotina elevada ou muito elevada cerca de 50% inferior ao dos adultos, o que mostra a importância do estímulo à cessação entre essa população, e principalmente da prevenção, para evitar que comecem a fumar. O nível de dependência foi medido por meio de duas perguntas: o número de cigarros fumados por dia e o tempo que a pessoa leva para acender o primeiro cigarro após acordar. O cruzamento dessas respostas determinou o nível de dependência que pode ser baixa, elevada ou moderada.
No período pesquisado, os jovens foram 10% mais expostos ao fumo passivo em locais públicos do que os adultos. De modo geral, segundo o Inca, os dados demonstraram a necessidade de explorar melhor as ações de controle do tabagismo entre a população de 15 a 24 anos. Exemplo: os jovens percebem menos a propaganda antitabaco veiculada por meio do rádio. Essa constatação aponta para a necessidade de adaptar a linguagem do rádio a esse público. É também preciso reforçar as mensagens sobre prevenção e cessação tanto em rádio quanto em TV.
Cigarro em locais públicos
A pesquisa confirmou para o Inca a urgência de reforçar as recomendações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco. O Inca informou que a convenção é o primeiro tratado de saúde pública da história, ratificado por 168 países-membros da Organização Mundial de Saúde, de um total de 192. O texto determina, por exemplo, ações específicas de proteção ao tabagismo passivo.
A pesquisa ainda apontou que uma em cada cinco pessoas foram expostas à fumaça do cigarro em locais públicos em geral, sem incluir o local de trabalho, o que correspondeu a cerca de 26 milhões de pessoas, das quais 22 milhões eram não fumantes.
"É preciso que a legislação em vigor, que ainda permite fumódromos, seja alterada para impedir 100% o uso de produtos do tabaco que emitem fumaça em ambientes coletivos e fechados", alertou Liz Maria de Almeida, gerente de Divisão de Epidemiologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Ainda de acordo com o estudo, do total de pessoas de 15 anos ou mais, 96,1% acreditavam que fumar poderia causar doenças graves. Outro dado em destaque é a elevada percepção da relação entre o uso de tabaco e o câncer de pulmão: 94,7% do total das pessoas entrevistadas, sendo 90,6%, fumantes e 95,6%, não fumantes.
Outro problema grave é o tabagismo passivo. "Quanto mais cedo, uma pessoa é exposta ao cigarro em ambientes com fumantes, maior a possibilidade de vir a desenvolver câncer na vida adulta", conclui o cirurgião torácico e diretor do Hospital do Câncer I, Paulo de Biasi.
Fonte: g1.globo.com
Em pesquisa feita para marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou nesta segunda-feira (30) que no Brasil, entre os cerca de 25 milhões de fumantes, as mulheres começam a fumar mais cedo do que homens. No entanto, de acordo com o Inca, elas param de fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens.
Segundo dados da Pesquisa Especial de Tabagismo, entre os jovens, os homens fumam 2,5 mais do que as mulheres. E entre as outras faixas etárias da população essa proporção é menor. De acordo com a pesquisa, há no Brasil cerca de 25 milhões de fumantes com idade igual ou superior a 15 anos de idade. No entanto, de acordo com o Inca, houve queda no consumo de tabaco nas últimas décadas. De acordo com a pesquisa, 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos últimos 12 meses, o que correspondeu a cerca de 12 milhões de pessoas. De acordo com o Inca, o estudo tem como objetivo fornecer informações para subsidiar a política nacional de controle do tabaco.
Cigarro na economia
A pesquisa revela que o cigarro, um dos principais fatores de risco para o câncer, também causa forte impacto no orçamento doméstico. De acordo com o estudo do Inca, uma família composta por um casal de fumantes, entre 45 e 64 anos, residente em uma cidade do Sudeste do país gasta, por mês, somente com a compra de cigarros, R$ 128,60. Por ano, a despesa chega a R$ 1.543,20. De acordo com o Inca, o estudo foi realizado como parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD 2008), do IBGE.
Segundo a pesquisa, o gasto com cigarro para um casal de fumantes de qualquer região do país chega a R$ 1.495,20 por ano. O Inca comparou o valor gasto em cigarros com o que seria gasto para comprar uma TV de LCD de 32 polegadas, um computador, ou uma geladeira duplex. Todos os valores foram calculados com base em 2008. Naquele ano o valor do salário mínimo era R$ 415, o que levaria esse gasto com cigarro a quase quatro salários mínimos por ano.
De acordo com o Inca, segundo o Banco Mundial e o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, tabaco e pobreza formam um ciclo vicioso, que atrasa o desenvolvimento dos países. Os maiores percentuais de fumantes no Brasil, entre ambos os sexos, foram encontrados entre a população sem instrução (25,7%) e entre as pessoas de menor renda (21,3%), o que correspondia à população que ganhava menos de meio salário mínimo por mês.
Jovens não procuram ajuda para deixar de fumar
A pesquisa fala que a geração de brasileiros nascida a partir da década de 80 começa a fumar, em média, aos 17 anos. No Nordeste e no Centro-Oeste, começa-se ainda mais cedo: antes dos 15 anos de idade. O estudo revela ainda que a proporção de jovens do sexo feminino que começa a fumar antes dos 15 anos de idade é 22% maior do que a dos homens, em todas as regiões do país.
A pesquisa revela ainda que os jovens são a parcela da população que menos procurou ajuda para deixar de fumar, apesar de 48% das pessoas dessa faixa etária terem relatado sucessivas tentativas de parar de fumar nos últimos 12 meses.
A pesquisa foi feita em pouco mais de 51 mil domicílios, entrevistando fumantes, não fumantes e ex-fumantes. O trabalho, que, de acordo com o instituto, é a mais completa pesquisa feita sobre tabagismo no Brasil, foi realizado em outros 13 países. Internacionalmente, a pesquisa é conhecida como Global Adult Tobacco Survey (Pesquisa Global de Tabagismo).
Jovens e o tabaco
O Inca destacou como uma das informações mais relevantes da pesquisa em relação à juventude a constatação de que os jovens são mais sensíveis à propaganda pró-tabaco do que os adultos: 48,6% dos jovens relataram ter percebido propaganda pró-tabaco ante 38,7% dos adultos. Para o instituto, esse resultado pode indicar que existe um esforço da indústria para atingir os indivíduos com 24 anos de idade ou menos nas ações de promoção e propaganda de produtos do tabaco. E fortalece a necessidade de criar estratégias de informação sobre controle do tabaco junto aos jovens por meio de formatos e conteúdos diversificados.
Os jovens relataram na pesquisa um nível de dependência à nicotina elevada ou muito elevada cerca de 50% inferior ao dos adultos, o que mostra a importância do estímulo à cessação entre essa população, e principalmente da prevenção, para evitar que comecem a fumar. O nível de dependência foi medido por meio de duas perguntas: o número de cigarros fumados por dia e o tempo que a pessoa leva para acender o primeiro cigarro após acordar. O cruzamento dessas respostas determinou o nível de dependência que pode ser baixa, elevada ou moderada.
No período pesquisado, os jovens foram 10% mais expostos ao fumo passivo em locais públicos do que os adultos. De modo geral, segundo o Inca, os dados demonstraram a necessidade de explorar melhor as ações de controle do tabagismo entre a população de 15 a 24 anos. Exemplo: os jovens percebem menos a propaganda antitabaco veiculada por meio do rádio. Essa constatação aponta para a necessidade de adaptar a linguagem do rádio a esse público. É também preciso reforçar as mensagens sobre prevenção e cessação tanto em rádio quanto em TV.
Cigarro em locais públicos
A pesquisa confirmou para o Inca a urgência de reforçar as recomendações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco. O Inca informou que a convenção é o primeiro tratado de saúde pública da história, ratificado por 168 países-membros da Organização Mundial de Saúde, de um total de 192. O texto determina, por exemplo, ações específicas de proteção ao tabagismo passivo.
A pesquisa ainda apontou que uma em cada cinco pessoas foram expostas à fumaça do cigarro em locais públicos em geral, sem incluir o local de trabalho, o que correspondeu a cerca de 26 milhões de pessoas, das quais 22 milhões eram não fumantes.
"É preciso que a legislação em vigor, que ainda permite fumódromos, seja alterada para impedir 100% o uso de produtos do tabaco que emitem fumaça em ambientes coletivos e fechados", alertou Liz Maria de Almeida, gerente de Divisão de Epidemiologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Ainda de acordo com o estudo, do total de pessoas de 15 anos ou mais, 96,1% acreditavam que fumar poderia causar doenças graves. Outro dado em destaque é a elevada percepção da relação entre o uso de tabaco e o câncer de pulmão: 94,7% do total das pessoas entrevistadas, sendo 90,6%, fumantes e 95,6%, não fumantes.
Outro problema grave é o tabagismo passivo. "Quanto mais cedo, uma pessoa é exposta ao cigarro em ambientes com fumantes, maior a possibilidade de vir a desenvolver câncer na vida adulta", conclui o cirurgião torácico e diretor do Hospital do Câncer I, Paulo de Biasi.
Fonte: g1.globo.com
NÚMERO DE FUMANTES CAI 17% NO BRASIL
Em dez anos (1999 a 2009), o número de fumantes adultos no Brasil caiu 17%. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o percentual é significativo, mas a coordenação do Programa Antitabagismo do Instituto Nacional do Câncer (Inca) alerta que os números poderiam ser ainda melhores caso o Brasil tivesse uma legislação federal que proibisse o fumo em ambientes total ou parcialmente fechados, onde haja circulação de pessoas.
A Lei Federal 9.294, em vigor desde 1996, proíbe o fumo em locais fechados, mas permite fumantes em ambientes apropriados, como os fumódromos. Apenas sete estados (Rio de Janeiro, São Paulo, Rondônia, Amazonas, Roraima, Paraíba e Paraná) têm leis que criaram ambientes 100% livres do tabaco.
O coordenador do Programa Antitabagismo do Inca, o pneumologista Ricardo Meirelles, lembra que o Brasil é um dos 170 países que ratificaram a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, criada há cinco anos pela Organização das Nações Unidas (ONU), e que o programa brasileiro de prevenção e controle do tabagismo é considerado por especialistas da OMS como um exemplo a ser seguido.
“Mas, nossa meta é que a questão do cigarro seja abraçada pelo Estado brasileiro, com uma lei federal que proíba de vez o fumo em locais semi ou totalmente fechados. Queremos que o Brasil cumpra o acordo internacional que assinou”, disse.
Entre as medidas estabelecidas pela convenção-quadro para o controle do tabagismo, o Brasil cumpre a regulamentação das propagandas de tabaco, a introdução de mensagens de saúde fortes nos maços de cigarro, a proibição de venda de cigarro para menores de 18 anos e a adoção de políticas de saúde pública para o atendimento a quem quer parar de fumar.
“As fortes medidas fiscais e de preços ainda não foram adotadas, pois o preço do cigarro ainda é baixo e está ao alcance de todos. Além disso, o apoio aos produtores de tabaco na transição para outras culturas é muito discreto”, afirmou Meirelles. Para o pneumologista, o tabagismo deve ser encarado como uma doença crônica, que causa dependência e que leva ao desenvolvimento de pelo menos 50 doenças de pulmão, coração e gastrointestinais.
“Nós estamos bem adiantados no controle do tabagismo e a redução de 35% para 22% no número de adultos fumantes em dez anos é significativa, mas ainda há muitos desafios, como o de evitar que os jovens, principalmente os adolescentes, comecem a fumar”.
[Os jovens e adolescentes] têm muitos atrativos, como as festas, os amigos mais velhos que fumam e recentemente o uso do narguilê [objeto usado para fumar coletivamente], que usa a água para filtrar a fumaça. Estamos criando uma rede de atendimento no SUS [Sistema Único de Saúde] para o controle do tabagismo, com medicamentos, material de apoio e profissionais capacitados para dar assistência àqueles que querem parar de fumar, mas o trabalho tem que ser ininterrupto”, disse.
Ainda de acordo com Meirelles, as doenças relacionadas ao cigarro são a terceira causa de morte no mundo. No Brasil, o Ministério da Saúde gasta quase R$ 340 milhões para o tratamento de uma destas patologias.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Balneário do Cantagalo
Rodovia Odovaldo Novo - Cidade Garantido
Rodovia Odovaldo Novo
terça-feira, 2 de junho de 2009
Ponte Amazonino Mendes
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Drogas na escola

Em geral, os educadores sentem-se despreparados para abordar a questão, seja em sala de aula ou fora dela. A capacitação dos educadores na área de drogas deveria ser tarefa não esquecida pelas autoridades educacionais do estado e também do município. A partir da capacitação e treinamento, será possível desmistificar a presença de drogas nas escolas e na sociedade e enxergá-las em uma perspectiva mais realista. Cabe aos educadores a dolorosa missão de aprender a lidar com a droga no cotidiano escolar, enfrentando sem temor nem preconceitos as questões que surgem, sempre contando com a ajuda de profissionais. A escola não pode omitir-se e nem ficar alheia à realidade da presença de drogas em nossa juventude. Ela deve ter uma proposta de que cada aluno se conscientize quanto à responsabilidade e respeito. A prevenção é o trabalho mais indicado.
A família e as drogas
A percepção do uso de drogas por parte do filho é a primeira alfinetada dolorosa que os pais vão sofrer. Se o casal receber a alfinetada e com isso não se sentir atingidos e perceber que o atingido é o FILHO, há a possibilidade de este começar a se sentir independente, merecendo cuidado afetivo dos pais. Suas necessidades afetivas neste momento são maiores e as concessões afetivas dos pais terão que ser maiores.
Muitos pais, ao saberem que seus filhos usam algum tipo de droga, ficam de tal forma desesperados que assumem atitudes que comprometem mais ainda a situação. Outros por muito tempo, simplesmente ignoram a situação.
A conduta mais importante por parte da família, é o de esclarecer, apoiar e amparar o jovem. Em alguns casos, pode ser conveniente buscar ajuda nos profissionais especializados, para se ter um apoio e orientação adequada.
É importante que a família estabeleça uma relação afetiva que muitas vezes, não havia se iniciado motivo pelo qual o jovem se sente vazio e busca preencher este vazio nas drogas. A colocação de novos sentimentos, agora verdadeiros, dos pais, fará com que o vazio seja preenchido com a ajuda terapêutica de alguém de fora.
Os adolescentes e as drogas
As drogas batem à porta de mansinho e, geralmente, nunca vem desacompanhada. A atração pela aventura que as drogas representam pôr permitir a integração ao grupo ou pôr simples curiosidade, leva o adolescente a experimentá-la. Nesta fase funciona como válvula de escape, liberando as tensões dos conflitos aí existentes.
Se a família está desestruturada, é mais fácil ao adolescente continuar usando drogas, que conferem uma sensação de tranqüilidade àquilo que era triste ou complicado. Devido a este prazer ser restrito, com o tempo, há a necessidade de elevar as doses para obter os mesmos resultados, chegando ao ponto de não conseguir viver sem elas.
Envolvimento com pessoas perigosas, brigas e pequenos atos de delinqüência também aparecem, a aproximação geralmente se dá em épocas de crise ou que, pôr diversos motivos, o jovem encontra-se suscetível, vulnerável.
Se a família está desestruturada, é mais fácil ao adolescente continuar usando drogas, que conferem uma sensação de tranqüilidade àquilo que era triste ou complicado. Devido a este prazer ser restrito, com o tempo, há a necessidade de elevar as doses para obter os mesmos resultados, chegando ao ponto de não conseguir viver sem elas.
Envolvimento com pessoas perigosas, brigas e pequenos atos de delinqüência também aparecem, a aproximação geralmente se dá em épocas de crise ou que, pôr diversos motivos, o jovem encontra-se suscetível, vulnerável.
O que pode tornar o jovem vulnerável às drogas?
• Problemas familiares – falta de diálogo e comunicação entre pais e filhos;• Personalidade pouco estruturada – pouca tolerância à frustração, explosões diante de qualquer dificuldade, falta de objetivos e interesse pôr algo específico. Ressentimentos escondidos em seu mundo interior, muitas vezes pelos próprios pais.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
PARA ENTENDER O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL
Município
Município é a unidade territorial e política, componente da ordem federativa que enfeixa a União, os Estados, os Municípios e o Distrito Federal. Tem a sua autonomia administrativa, política e financeira, entretanto respeitando mutuamente as respectivas esferas de atuação e competência (Estado e União).
Câmara Municipal
A Câmara Municipal é Órgão Legislativo do Município e se compõe de Vereadores eleitos de acordo com a legislação vigente. A Câmara tem funções legislativas, atribuições para fiscalizar e assessorar o Executivo, competência para organizar e dirigir os seus serviços internos, elaborar leis sobre todas as matérias de competência do Município, respeitadas as reservas constitucionais do Estado e União.
Vereador
A palavra vem de "Verear"que define a pessoa que tem a incumbência de cuidar do bem-estar dos moradores do lugar, portanto ele é o representante do povo na esfera municipal. Os Vereadores como agentes políticos agem de três formas: propondo, estudando e aprovando leis; recomendando providências à Administração Municipal, para atender as reclamações e necessidades da população para melhoria de sua vida comunitária (indicações, requerimento, moções), fiscalizando as atribuições e contas da Prefeitura inclusive da própria Câmara juntamente com o T. C. E. (Tribunal de Contas do Estado).
Bancadas e Líderes
A Câmara Municipal é formada por determinado número de vereadores (depende do município), pertencentes a diversos partidos políticos, formando as bancadas, isto é, os Vereadores de um mesmo partido se agrupam e formam a sua bancada e esta escolhe o seu líder. O líder em geral, fala em nome do partido e da bancada e em certos momentos, assuntos que venham a facilitar a tramitação dos projetos ou acordos em demais casos.
Atuação mais importante do Vereador
É sobre a discussão de leis, as quais ditam a vida administrativa da municipalidade e o atendimento dos superiores interesses da comunidade em todos os sentidos. As leis nascem de um projeto e, em sua maioria, se originam da iniciativa do Poder Executivo. Outra manifestação político pessoal decorrente de sua posição de Vereador refere-se ao seu trabalho de oferecer sugestões denominadas: indicações, requerimento e moções.
Indicações
O Vereador oferece sugestões às quais visa levar ao conhecimento do Prefeito problemas locais, tais como: ruas esburacadas, falta de iluminação, falta de água nos bairros, terrenos com mato, calçadas com piso desfeito, atendimento médico-ambulatorial etc...
Requerimentos
É o meio pelo qual, o Vereador presta uma homenagem (voto de louvor, voto de pesar), ou solicita ao chefe do Executivo, informações sobre atos por ele praticados.
Moções
A Moção é uma forma da Câmara Municipal manifestar sua opinião elogiando, protestando e repudiando um ato seja do nível Municipal, Estadual ou Federal. A diferença entre o Requerimento e a Moção é que ambos são aprovados, mas o Requerimento representa um pedido exclusivo do Vereador e a Moção representa a vontade e opinião da Câmara Municipal.
Regimento interno da Câmara Municipal
Todos esses atos tramitam pela Câmara, dentro de um esquema legal, por normas regulamentares, normas essas que são ditadas pelo seu regimento interno, o qual constitui a lei da vida legislativa da Câmara. Esse regimento das normas básicas de sua competência norteia os direitos e obrigações dos Vereadores, disciplina a composição da Mesa Diretora - aquela que atua em nome da Câmara Municipal, interna e externamente.
Mesa Diretora
Essa é eleita no primeiro dia de abertura da legislatura. É eleita para mandato de 2 (dois) anos, onde os Vereadores escolhem para administrar o Legislativo 1 Presidente, e, dependendo do Município, 1º e 2º Vice- Presidente, 1º 2º 3º e 4º Secretários. A Casa é administrada pelo Presidente e auxiliado pelo 1º e 2º Secretários, os demais cargos da Mesa são substitutos para o caso de impedimento dos titulares.
Comissões Permanentes
No mesmo primeiro dia, na primeira sessão da Legislatura são formadas as Comissões Permanentes, também por meio de eleição, cuja finalidade é examinar todos os projetos apresentados à Câmara e pela mesma discutidos. As Comissões Permanentes podem variar em números e denominações tais como: justiça e cidadania, finanças e orçamento, obras, serviços públicos, assistência social, denominação de logradouros públicos.direitos humanos, etc. (Todas são facilmente identificáveis pelas respectivas denominações quanto as suas finalidades).
Constituição de cada Comissão
Cada Comissão se compõe de membros, todos Vereadores, obviamente, formadas por um Presidente e mais outros membros, dentre os quais poderá ser escolhido o Relator. Somente depois de examinado pela Comissão, a qual foi encaminhado, e de receber o parecer correspondente, é que qualquer projeto poderá ser encaminhado para o Plenário, para ser discutido e votado.
Diferença de Legislatura e Sessão Legislativa
Deve-se abrir um pequeno parênteses para explicar o que seja Legislatura e não confundí-la com Sessão Legislativa.
Legislatura é todo o período de exercício do mandato do Vereador. Hoje em dia é de 4 (quatro) anos. Isto quer dizer que as Câmaras Municipais se renovam de quatro em quatro anos, mediante eleição de Vereadores. Sessão Legislativa vem a ser o período anual de funcionamento da Câmara Municipal, dentro do ano civil (janeiro à dezembro de cada ano).
Sessão Ordinária
É aquela que já está designada pelo Regimento Interno. São realizadas no mesmo dia da semana.
Sessão Extra-Ordinária
É aquela convocada pelo Presidente em caso de haver assunto urgente para deliberar.
Sessão Solene
São aquelas realizadas por motivo de festividades inclusive as de posse (do Prefeito e Vereadores).
Plenário
É o Órgão soberano para apreciação de qualquer ato legislativo. O Plenário discute e vota projeto de lei, projeto de resolução, projeto de decreto legislativo, requerimento e moção além de apresentar sugestões ao Prefeito visando resolver os problemas da cidade. Cabe ainda a esta Edilidade, fiscalizar e aprovar as contas do Prefeito.
Projeto de Lei
É aquele que quando aprovado vai ser transformado em uma Lei, com a promulgação do Prefeito.
Projeto de Resolução
É aquele que quando aprovado se transforma numa Resolução, que tem ação apenas interna no Legislativo. OBS: O Decreto Legislativo nada tem a haver com Decreto Lei ou Decreto. Decreto Lei é um ato de exceção em regime não democrático, é a Lei no período da ditadura e o Decreto é um ato exclusivamente do Executivo (Prefeito, Governador, Presidente) regulamentando uma Lei.
Tribuna Livre
É uma forma que alguns vereadores encontraram para abrir a Casa democraticamente às entidades organizadas para que possam vir e exprimir sua opinião, seu protesto, sua crítica e sugestões aos próprios vereadores. São entidades organizadas, Sociedades Civis devidamente registradas, entre as quais podemos citar: Sindicatos, Clubes Esportivos, Associações Esportivas, Culturais ou Estudantis, Grupo Sem Casa, Grupo Sem Teto, Grupo de Piscina, etc...Essas Associações indicam um representante que irá falar ao plenário, e que geralmente pode acontecer na última sessão de cada mês.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Parintins
HISTÓRIA
O município de Parintins como quase todos os demais municípios brasileiros, foi primitivamente habitado por indígenas. Sua descoberta ocorreu em 1749, quando, descendo o Rio Amazonas, o explorador José Gonçalves da Fonseca notou uma ilha que, por sua extensão, se sobressaía das outras localizadas à direita do grande rio. A fundação da localidade só foi realizada em 1796, por José Pedro Cordovil, que veio com seus escravos e agregados para se dedicar à pesca do pirarucu e à agricultura, chamando-a Tupinambarana. A rainha D. Maria I deu-lhe a ilha de presente. Ali instalado, fundou uma fazenda de cacau, dedicando-se à cultura desse produto em grande escala. Ao sair dali, algum tempo depois, ofertou a ilha à rainha. Tupinambarana foi aceita e elevada à Missão Religiosa, em 1803, pelo Capitão – Mor do Pará, Conde dos Arcos, que incumbiu sua direção ao Frei José das Chagas, recebendo a denominação de Vila Nova da Rainha. A eficiente atuação de Frei José provocou um surto de progresso e desenvolvimento na Vila, mediante a organização da comarca do Alto Amazonas. Em 25.07.1833, passa a Freguesia, com o nome de Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Tupinambarana. Era ainda Tupinambarana simples freguesia quando iniciou a revolução dos Cabanos no Pará e se alastrou por toda a província. O seu vigário – Padre Torquato Antônio de Souza, teve atuação destacada durante a sedição servindo de delegado dos legalistas no Baixo Amazonas. Tupinambarana, talvez porque estivesse bem defendida, foi poupada aos ataques dos “Cabanos”. Em 24.10.1848, pela Lei Provincial do Pará nº 146, elevou a freguesia à categoria de Vila, com a denominação de Vila Bela da Imperatriz, e constituiu o município até então ligado a Maués. Em 15.10.1852, pela Lei nº 02, é confirmada a criação do município. Em 14.03.1853, dá-se a instalação do município de Parintins. Em 24.09.1858 é criada pela Lei Provincial a Comarca, compreendendo os termos judiciários de Vila Bela da Imperatriz e Vila Nova da Conceição. Em 30.10.1880, pela Lei Provincial nº 499, a sede do município recebe foros de Município e passou a denominar-se Parintins.
Em 1881, foi desmembrado do município de Parintins o território que constituiu o município de Vila Nova de Barreirinha. A divisão administrativa de 1911, figura o município com quatro distritos: Parintins, Paraná de Ramos, Jamundá e Xibuí. Em 1933, aparece no quadro da divisão administrativa com um distrito apenas – o de Parintins. Em 01.12.1938 pelo Decreto-Lei Estadual nº 176 é criado o distrito da Ilha das Cotias, passando assim o município a constituir-se de dois distritos: Parintins e Ilha das Cotias. Em 24.09.1952, pela Lei Estadual nº 226, a comarca de Parintins perde os termos judiciários de Barreirinha e Urucará, que são transformados em comarcas. Em 19.12.1956, pela Lei Estadual nº 96, é desmembrado do município de Parintins o distrito da Ilha das Cotias, que passa a constituir o município de Nhamundá. Em 10.12.1981, pela Emenda Constitucional nº 12, o território de Parintins é acrescido do distrito de Mocambo.
GENTÍLICO: Parintinense
LOCALIZAÇÃO
Estado: Amazonas
Mesorregião: Centro Amazonense
Microrregião: Parintins
Municípios Limítrofes: Norte: Nhamundá, Sul: Barreirinha, Oeste: Urucurituba, Leste: Estado do Pará.
Distância da Capital: 315 km
CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS
Área: 5.952 km2
População: 105.742 hab (IBGE/2008)
Densidade: 22,9 hab/km2
Altitude: 27 metros
Clima: Equatorial Am
Fuso Horário: UTC-4
INDICADORES
IDH: 0.696 (PNUD 2000)
PIB: R$ 312.226 mil (IBGE/2005)
PIB per capta: R$ 2.861,00 (IBGE/2005)
Características
População: 105.742 hab (IBGE/2008)
Densidade: 22,9 hab/km2
Altitude: 27 metros
Clima: Equatorial Am
Fuso Horário: UTC-4
INDICADORES
IDH: 0.696 (PNUD 2000)
PIB: R$ 312.226 mil (IBGE/2005)
PIB per capta: R$ 2.861,00 (IBGE/2005)
Características
Todos os anos ocorre o tradicional Festival Folclórico de Parintins, com o desfile dos bois Caprichoso e Garantido . Sua padroeira é Nossa Senhora do Carmo. O festival é uma manifestação folclórica conhecida no Norte do país como Boi Bumbá.
Está localizada à margem direita do rio Amazonas, na ilha Tupinambarana.
A vegetação, típica da região Amazônica é formada por florestas de várzea e terra firme,
Paritins hoje
Gastronomia
Limites
• Estado do Pará
• Município de Barreirinha
• Município de Urucurituba
• Município de Nhamundá
Localização:
9º Sub-Região
- Região do Baixo Amazonas
Altitude: 50 m acima do nível do mar.
Área Territorial: 7.069 km²
Temperatura Média: 26,3°C
Acesso: Via Fluvial Distância
• Em linha reta entre Parintins e a Capital do Estado, 369 km.
• Por via fluvial entre Parintins e a Capital do Estado, 420 km.
• Setor Primário - Agricultura: junto com a pecuária, completa a formação econômica do setor primário. É representada pelas culturas temporárias: abacaxi, arroz, batata-doce, cana-de-açúcar, feijão, fumo, mandioca, melancia, melão e milho. Culturas permanentes: abacate, banana, cacau café, caju, coco, laranja, limão, pimenta-do-reino e tangerina. - Pecuária: é atividade de maior peso no setor primário. Compreende principalmente a criação de bovinos, vindo a seguir a criação de suínos. A produção de carne e leite destina-se ao consumo local e à exportação para outros municípios. - Pesca: desponta como um dos principais entrepostos de pesca no Estado, tanto para o consumo local como exportação para outros municípios. -Avicultura: está voltada para o criatório em moldes domésticos, sendo representada principalmente pela criação de galinhas, seguida de perus, patos, marrecos e gansos.
Extrativismo Vegetal: é pouco representativo na formação do setor primário, mas destaca-se a exploração de borracha, cumaru, gomas não elásticas, madeira, óleo de copaíba e puxuri.
• Setor Secundário - Indústrias: esquadrias metálicas, peças metálicas, gelo, redes e tapetes, beneficiamento de malva, sacos/fios/tela de juta, beneficiamento de arroz, moinho de café, beneficiamento de pau-rosa, estaleiros, serrarias, olarias, marcenarias. • Setor Terciário - Comércio: varejista e atacadista. - Serviços: hotéis, agências de viagem, agências bancárias, restaurantes, hospitais, oficinas mecânicas, clínicas odontológicas, clínicas médicas.
• Setor Secundário - Indústrias: esquadrias metálicas, peças metálicas, gelo, redes e tapetes, beneficiamento de malva, sacos/fios/tela de juta, beneficiamento de arroz, moinho de café, beneficiamento de pau-rosa, estaleiros, serrarias, olarias, marcenarias. • Setor Terciário - Comércio: varejista e atacadista. - Serviços: hotéis, agências de viagem, agências bancárias, restaurantes, hospitais, oficinas mecânicas, clínicas odontológicas, clínicas médicas.
Eventos
Festa de Soltura de Quelônios (janeiro)
Encenação da Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa)
Temporada de Festas e Ensaios dos Bois Bumbás – Garantido e Caprichoso (abril à maio)
Festival Folclórico e Festival de Quadrilhas – Comunidade do Zé Açu – 12 à 30 de junho)
Festival Folclórico de Parintins (acontece no último final de semana do mês de junho)
Festa de Nossa Senhora do Carmo – Padroeira do Município (12 à 16 de julho)
Festival de Pesca do Peixe Liso – Comunidade do Paraná do Espírito Santo (agosto)
Festival de Verão do Uaicupará (setembro)
Festival de Verão do Cabury (setembro)
Festival Folclórico (junho)
Campanha da Jesus Água da Vida (junho)
Festival de Música Sacra – FEMUSA (setembro)
Festival do Beijú – Agrovila do Mocambo (setembro)
Aniversário do Município de Parintins (15 de outubro)
Festival de Pastorinhas (23 de dezembro)
Carnailha (carnaval) - fevereiro
Festa do Jaraqui - Vila Amazônia
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Bairros de Parintins
Bairros Urbanos
A cidade é dividida por uma linha imaginária que vai da catedral ao bumbódromo, criando duas zonas: uma azul e outra vermelha. Os Bairros do Centro e do Palmares são divididos por esta linha e não se localizam totalmente em um lado.
A cidade é dividida por uma linha imaginária que vai da catedral ao bumbódromo, criando duas zonas: uma azul e outra vermelha. Os Bairros do Centro e do Palmares são divididos por esta linha e não se localizam totalmente em um lado.
Do lado Azul ficam:
- Francesa
- Centro
- Santa Clara
- Santa Rita
- Conjunto Macurany
- Castanheira
Do lado vermelho:
- São José
- Djard Vieira
- Itaúna I e II
- Lady Laura
- Distrito Industrial
- Paulo Corrêa
- São Benedito
- Conjunto João Novo
- Emílio Moreira
- Bairros Rurais
- Macurany
- Aninga
- Paranapanema
- Vila Amazônia
- Mocambo
- Caburi
- Zé Açú
- Maranhão
REFERÊNCIAS
↑ 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
↑ 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
SAUDAÇÕES
Olá blogosfera, em breve estaremos postando nossas mensagens neste espaço. Tentaremos levar a todos muitas informações relativas a Parintins/AM.
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